sábado, 15 de março de 2014

O ser espiritual envolve o ser político


Robson Santos Sarmento

‘’Não trataremos as mazelas ocorridas nas esferas da política, simplesmente, com medidas paliativas, embora necessárias, caso da punição, por meio de sentenças judiciais, mas sim a questão de compreender o quanto o ser político se entrelaça, se entremeia e se enreda com todos os traços da nossa existência. ’’

A palavra política tem sido sinônimo de corrupção, de episódios de desvios de recursos públicos, de prevaricação, de nepotismo e de uma perda de tempo. 

Não é para menos, os derradeiros acontecimentos de fazer do espaço púbico um meio para lograr e firmar seus interesses tem engendrado e procriado um estado de conformismo, de hostilidade e de até de adesão. 

Deve ser dito, as recentes manifestações eclodidas, a partir das reivindicações no que toca ao aumento da tarifa de ônibus, apresentaram uma verdade inquestionável, ou seja, o ser política perpassa e permeia por todos os poros da nossa realidade cotidiana. 

Sem nenhuma sombra de dúvida, ouso arriscar e digo não sermos seres sociais e sim interdependentes, ao qual nos leva a coexistir e a conviver. 

Nessa linha de raciocínio, a vida em sociedade não pode ser atrelada aos idealismos do contrato social, da teoria e Thomas Hobbes e outras, mas assemelhadas a apoteóticas obras teóricas, entretanto, inócuas, diante do crivo da analise sociológica e antropológica. 

Em outras palavras, mormente a política seja uma matéria voltada a lidar e enfrentar as idiossincrasias da vida humana, sempre objetiva ou deveria ser tratada como o meio para proporcionar aos homens a construção de uma interdependência pautada na convivência entre os indivíduos, os grupos, as comunidades e os povos. Por ora, enfatizo um chamado a fim de ponderarmos sobre esse encontro entre o ser espiritual e o ser político. 

Aliás, correspondente colocação pode até e causa repulsa em muitos cristãos, devido a uma dimensão cultural evangélica restrita a uma visão abstrata, metafísica e especulativa, ao invés de ir a direção das questões concretas, específicas e objetivas. Atentemos o quanto somos impelidos a nos acostumarmos com essa dicotomia, com essa disparidade. 

Agora, o texto de Jeremias 22.03, Isaías 58. 01 a 12, Mateus 05 (das conhecidíssimas bem – aventuranças) e outros da palavra nos convocam para uma postura de participação e responsabilidade, enquanto estivermos neste oikos. Desse ponto, devemos analisar o quanto o ser espiritual e o ser político são partes de nossa multifacetada existência. 

Afinal de contas, ser sal da terra e luz do mundo traz a decisão por não ser omisso, diante das demandas travadas na esfera da política. Deixo ser mais específico, venho aqui enfocar que devemos, sim e sim, acompanhar, com a intenção de apoiar e não depreciar, os nossos representantes. 

A grosso modo, o ser espiritual não se dissocia do ser político, uma vez que o Reino de Deus se pauta por promover a paz, a justiça e a misericórdia. Evidentemente, as profundas marcas de desigualdades, em nosso pais, com um sistema educacional precário, com uma cultura de valorização ao banal, com uma ética do sucesso e ao qual contempla a figura do indivíduo autárquico, com uma desesperança estampada nas pessoas, quando abordadas sobre questões e demandas referentes a política. Vou adiante, faço alusão de um ser político, de maneira alguma, atrelado a ótica partidária e, diametralmente oposto, que se irradia por todos os setores da vida. 

Atentemos, diariamente, percebemos um contexto marcado por cenários, cada vez mais, desprovidos do aspecto da convivência entre as pessoas. Atentemos que a rebelião ocorrida na expulsão dos anjos se constituiu numa ruptura dessa estado de ser político, de ser em convivência, de ser em equilíbrio e respeito. 

Ultimamente, muitas igrejas serão palcos de interesses eleitoreiros e, tristemente, os púlpitos se tornarão num espaço destinado as barganhas para a mantença do poder. Indiscutivelmente, não devemos conceber a igreja, segundo um espaço para idealismos, entretanto, se faz necessário discernir a relevância da nossa função, como influenciadores e promotores da convivência.


Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/o-ser-espiritual-envolve-o-ser-politico

quinta-feira, 6 de março de 2014

Esvazie o copo


















Matheus Felipe Santiago

O copo está cheio, por isso mesmo nada mais pode entrar. Por mais que uma gota insista ele transbordará, visto que o que o preenche impede de que o que está fora possa entrar.

Assim também é o vácuo, que é o espaço sem matéria. A palavra "vácuo" provém do termo latino "vacuus", que significa vazio. No entanto, o chamado vácuo perfeito não existe, uma vez que todo espaço conhecido pela ciência contém alguma matéria.

Assim, enquanto um determinado espaço está cheio, nada pode entrar, no entanto, contrariamente àquilo que a ciência possa nos certificar, no campo espiritual vemos uma ação contrária.

Deus somente adentra naqueles corações que buscam esvaziar-se na sua totalidade e isto significa que eu preciso me desvencilhar e lançar para fora tudo aquilo que impede a presença do Eterno em mim.

Este esvaziar-se tem a ver com o modo como recebo a Cristo em meu interior e o espaço que reservo a ele em meu ser. Esvazia-se o copo pela metade, mas somente uma parte estará aberta para receber o que desejo colocar.

A.W.Tozer afirmou certa feita que o Espírito Santo somente habita naqueles corações que se abrem a Ele. Segundo Tozer “podemos implorar para sermos cheios do Espirito Santo. Podemos falar a respeito disso; contudo, até estarmos dispostos a nos esvaziar, jamais teremos a plenitude do Espirito Santo na nossa vida. Deus preenche de acordo com o que lhe permitimos preencher”. 

Este fato tem muita relação com o nosso dia a dia e com o modo como nos afastamos e nos aproximamos de determinadas situações, hábitos e costumes. Tudo aquilo que nos domina e que não seja da vontade de Deus, nos afasta Dele e assim não podemos conhecê-Lo na sua plenitude.

Muitas pessoas se arrastam anos a fio em determinadas práticas e costumes que lhes impedem de receber o conhecimento pleno do Eterno. Andam correndo atrás da felicidade e creem que ela pode ser encontrada nas riquezas, nas muitas festas, nos vícios e assim vão se enterrando e enchendo cada dia mais o copo de suas vidas. 
Estão cheios de muitas coisas, mas ao mesmo tempo se sentem vazios e consideram suas vidas sem sentido. São fugitivos deles mesmos porque procuram se esconder da dura realidade que os cerca. Estão moribundos, sonolentos e sem vontade de viver. 
Paulo em sua carta a igreja de Éfeso tratou quanto a necessidade daquele grupo despertar-se do cansaço espiritual que estava vivendo. Ele mesmo diz: “Você que está dormindo, acorde! Levante-se da morte, e Cristo o iluminará.” - (Ef. 5:14).

Esta expressão “acorde!”, trata-se de uma ação imperativa e não passiva de alguém que precisa fazer alguma coisa por si mesmo e não apenas viver abatido acreditando que nada de melhor pode acontecer.

Este é um desafio diário a que todos nós somos submetidos. Todos aqueles que estão em Cristo devem a cada dia esvaziar-se de si mesmos, das suas falsas pretensões, dos seus maus desejos, dos pensamentos opressores, das palavras ofensivas, das aspirações invejosas e de tudo mais que o enganoso e desesperadamente corrupto coração do homem possa desejar.

Aproximemo-nos de Cristo e esvaziemos os nossos corações. Peça a Deus que um vácuo seja criado em seu coração a fim de que o Eterno entre em seu ser. Vire o copo e esvazie-o de uma vez lançando para fora todo o seu mau conteúdo. Faça isso e Deus entrará em sua vida ocupando todos os espaços e os preencherá de amor e sentido para viver.

Pare de se culpar e sofrer com tudo o que tem enchido a sua vida vazia e complete-se do amor de Deus que é derramado em nossos corações através do Espírito Santo - (Rm 5:5).

Fique em Paz!

Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/esvazie-o-copo

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Fora de série

Nathália Linhares

“Porém da casa de Judá me compadecerei e os salvarei pelo Senhor, seu Deus, pois não os salvarei pelo arco, nem pela espada, nem pela guerra, nem pelos cavalos, nem pelos cavaleiros.” Oséias 1:7

Mesmo depois de experimentar o cuidado e o milagre de Deus por diversas vezes, ao longo de sua história, o povo judeu acabou em idolatria. Na tentativa de fazê-lo cair em si e abandonar aquele pecado, Deus enviou profetas que o advertiu sobre seus maus caminhos, e sobre o desterro na Babilônia, que seria o castigo que o povo receberia, caso não desse ouvidos ao Senhor. 

Sempre que Deus mandava ao povo Seu recado sobre as consequências do erro, enviava a ele, também, mensagens de redenção, nas quais mencionava que traria os judeus de volta do cativeiro. Numa dessas mensagens de redenção, Deus disse aos judeus que os tiraria da Babilônia sem o uso de arco, espada, guerra, cavalos e cavaleiros.

Em circunstâncias normais, naquela época a libertação de um povo certamente se daria por meio de muita luta, e deixaria mortos e feridos pelo caminho. Deus, porém, garantiu que a libertação dos judeus da Babilônia não se daria dentro dos padrões da normalidade.

Vivemos num mundo em que existem soluções convencionais para problemas padronizados. Quando as dificuldades atingem um nível que extrapola as soluções humanamente possíveis, nós nos vemos num beco sem saída. Nesse ponto, somos apenas incentivados pelos outros, ou levados por nossos próprios pensamentos, a conviver com o problema. Assim, a enfermidade que a medicina não pode curar, o desemprego que o mercado de trabalho não pode absorver por qualquer razão, a dificuldade financeira que não pode ser vencida com o salário mínimo, e todas as circunstâncias extremas para as quais nós, na nossa limitação, não encontramos solução, são apenas o final trágico de uma história de derrotas, com o qual temos que nos familiarizar. 

Mas nós nos esquecemos de que, para Deus, não há impossíveis e, por isso mesmo, nem sempre Ele usa meios convencionais para resolver nossos problemas. Existem os momentos em que Deus envia o alimento por meio dos corvos, como fez com Elias, e os momentos em que Ele faz brotar água da rocha e cair do céu a comida, como fez com Israel, no deserto; existem os momentos em que Ele faz a mula falar, como fez com Balaão, e outros momentos em que faz o mar se abrir, para o povo atravessar de pés enxutos, como fez com os judeus, ao tirá-los do Egito. Soluções nada comuns, em situações nas quais o comum realmente não bastaria como solução.

A capacidade humana tem limitações. Mas Deus pode operar muito acima da capacidade humana. Os problemas que não podemos resolver com nossos talentos, nosso conhecimento e nossa destreza, não são, de fato, insolúveis em Deus. 
Cumpridos os setenta anos de exílio, Deus trouxe de volta à sua terra o Seu povo. Ele, realmente, não operou o resgate por meio de arco, espada, guerra, cavalos e cavaleiros, que era o método tradicional, na época. O que Ele fez foi levantar um rei pagão, incrédulo e idólatra, para editar um decreto que permitia aos judeus sair da Babilônia e voltar ao seu território, para reconstruir o templo do Senhor (Esdras 1). Não houve nenhuma resistência à saída dos judeus das terras do inimigo, porque o próprio inimigo foi usado para prover a liberdade ao povo do Senhor. O que de comum teve essa solução? Nada. Foi só alguma coisa impossível que Deus sempre pode repetir, em nosso favor.

Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/fora-de-serie

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Transição

                                 Imagem: JPL-Caltech/Space Science NASA

Por Pedro João Costa

Ao sentir-se perdido,
Selecione a humildade.
Ovelha perdida é mais inofensiva
E dependente.

Pastor especialista alcança
E salva sua ovelha perdida.
Devemos ter coragem
E até alegria
Quando perdidos,
Pois é apenas uma transição.

Este único Pastor cuida
E nada
Nem ninguém
Pode arrebatar Suas ovelhas.
Ele as identifica,
Por nome.

E, o Pai,
Tem propósito
...e haverá
Um só rebanho,
E um só PASTOR.

Pedro João Costa (21-02-14): Colaborador deste blog desde 2010.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Quando Deus não é Suficiente










“Fizeste-nos para ti, Senhor, e o nosso coração permanece inquieto enquanto não encontra repouso em ti” (Agostinho, Confissões).
“Há um vazio no coração do homem do tamanho de Deus que não pode ser preenchido por qualquer coisa criada, mas somente por Deus, o Criador, conhecido através de Jesus” (Blaise Pascal, Pensées).
Somos cristãos em um processo de aperfeiçoamento, em uma caminhada de perseverança e busca de santidade. Porém, muitas vezes nós nos deixamos enganar, buscando prazer em outras coisas e não em Deus. Até mesmo a nossa forma de cultuar a Deus pode sofrer distorções porque, no fundo, nosso coração começou a acreditar que Deus não era o suficiente, e que precisamos de algo mais:
No início de Ezequiel 14, podemos escutar a conversa fascinante que ocorreu entre o profeta e Deus. Eis o contexto: Ao invés de apresentar e contar a história de redenção de Deus às nações, Israel havia sido gradualmente atraída para a adoração dos deuses das nações vizinhas.
O impulso de Israel à idolatria não aconteceu porque o povo ficou entediado com a liturgia de seu templo, encantado com a música das bandas de adoração nos templos pagãos, ou impressionado com a oratória do novo profeta cananeu que tinha acabado de se mudar para o bairro. Ninguém em Israel saiu em busca de um novo culto de adoração, mas de novos deuses que os servissem. O centro de sua adoração mudou de Deus para si mesmos. Eles começaram a adorar a adoração mais do que adoravam a Deus—isto é, o seu relacionamento com Deus se tornou utilitário ao invés de doxológico.
Quando a glória do único Deus vivo deixa de ser a nossa principal paixão na vida, a adoração se torna um veículo pragmático para realização de duas missões na vida: provisão e proteção. Ao invés de viver para a glória de Deus e buscá-lo para suprir nossas necessidades, passamos a existir para a nossa glória e a buscar deuses que satisfarão nossas exigências.

Rev. Scotty Smith é o pastor fundador da Christ Community Church em Franklin, Tennessee, e é autor de Everyday Prayers: 365 Days to a Gospel-Centered Faith.
Por Scotty Smith. Extraído do site www.ligonier.org. © 2013 Ligonier Ministries. Original: When God is Not Enough
Este artigo faz parte da edição de Abril de 2013 da revista Tabletalk.
Tradução: Isabela Siqueira. Revisão: Renata do Espírito Santo – © Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: www.MinisterioFiel.com.br. Original: Quando Deus não é Suficiente

Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/02/quando-deus-nao-e-suficiente/

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Violência, por falta de violência

Por    Leonel Elizeu Valer Dos Santos

“… O seu pão comerão com receio, e a sua água beberão com susto, … por causa da violência de todos os que nela habitam.” Ez 12; 19

Interessante parceria encontramos aqui; violência e medo. Claro que, por violência não devemos entender apenas violações físicas, antes, toda sorte de violação. Aliás, foi imediatamente após a violação de um mandamento Divino que surgiu pela primeira vez o medo no seio da humanidade. “…Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me” Gên 3; 10.

Todavia, a Bíblia não preceitua o pacifismo como remédio; ainda que a busca da paz seja ensinada em vários textos, o antídoto ao medo é o amor. Como assim? “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.” I Jo 4; 8 Esse temor que acena com penalidade é um sinal vermelho no painel da consciência alertando que algum tipo de violência se cometeu. Afinal, diverso da abordagem vulgar onde amor é algo que “se faz”, a definição Bíblica abarca comprometimento espiritual; voluntária decisão moral. “Se me amais, guardai os meus mandamentos.” Jo 14; 15 Onde isso é cumprido não há o que temer; amor gera devoção, obediência; obediência dá azo ao repouso da consciência.

O mais sábios dos homens, Salomão, também associou o medo à impiedade, e a confiança, à justiça; “Os ímpios fogem sem que haja ninguém a persegui-los; mas os justos são ousados como um leão.” Pv 28; 1 Diz mais; quando a violência resulta na morte de alguém, tal será fugitivo da consciência durante todos os seus dias. “O homem carregado do sangue de qualquer pessoa fugirá até à cova; ninguém o detenha.” Pv 28; 17

Então, se é certo que violência gera violência, na perspectiva Divina é medida profiláctica; isto é, para tentar reeducar ao violento eventual, prevenindo a reincidência; “O homem de grande indignação deve sofrer o dano; porque se tu o livrares ainda terás de tornar a fazê-lo.” Prov 19; 19 Por isso existem prisões, multas, juros, e toda sorte de reparos visando coibir violações de direitos.

Assim, a violência não é um mal em si, mas, uma triste necessidade medicinal, dada a enfermidade da alma humana. Sempre uma reação social contra alguém desajustado aos pactos coletivos.

Entretanto a violência grassa nas ruas do país, incólume ante uma geração de autoridades frágeis, vítimas de outra violência mais perniciosa; a verbal. Deturpam o sentido das palavras; fazem a ditadura das minorias, sacra, e qualquer reação social uma imposição violenta do Estado. A baderna seria “beatificada” pela causa; a reação da sociedade organizada, excomungada pela lei implícita que é proibido reprimir, reagir.

Querem esses magos “reformadores” sociais o perfeito equilíbrio com um pé na terra firme outro na areia movediça; digo, possuir todos os direitos e nenhum dever. Natural que a sociedade claudique como se andasse com um pé na rua outro no meio fio.

A Santa Paciência de Deus cansou uma vez já, precisamente pelo excesso de violência que havia; “Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.” Gên 6; 13 O Juízo Divino foi extremamente violento e cabal; mas, isso soa como “conto do vigário” aos ouvidos de muitos; nada aprendem com o exemplo pretérito.

Malaquias, o profeta, vaticinou tais dias nos quais, o homem sentiria vergonha de ser honesto, como disse Ruy Barbosa. “…Inútil é servir a Deus; que nos aproveita termos cuidado em guardar os seus preceitos, e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos? Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos;… ” Mal 3; 14 e 15 Adiante, o mesmo Senhor acena com “outra vez”, a necessidade de juízo violento: “…vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.” V 18

Essa onda libertino-progressista não é um “remake” de Deus, antes, o vergonhoso corolário da falência moral da humanidade. O Criador continua no mesmo lugar, bem como Sua Santa Palavra. “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” Is 5; 20

O Eterno sabe que a permanência indefinida da maldade acaba minando a boa índole; por isso, em tempo, Ele vai agir. “Porque o cetro da impiedade não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda as suas mãos para a iniquidade.” Sal 125; 3


Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/violencia-por-falta-de-violencia

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Por que Jesus Falou por Parábolas? - R. C. Sproul


“Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não. A quem tem será dado, e este terá em grande quantidade. De quem não tem, até o que tem lhe será tirado. Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles não vêem e, ouvindo, não ouvem nem entendem’.’ ” (Mateus 13:10-13)

O que Cristo quis dizer com essa afirmação? Assista ao vídeo de R. C. Sproul:


DVD_Do_Po_a_Gloria_detQuer você leia a Bíblia há anos ou esteja pouco familiarizado com o seu conteúdo, esta série panorâmica de R C Sproul irá ajudá-lo a ver o desenvolvimento geral do plano de salvação de Deus, do pó do Éden à glória da vida ressurreta no novo céu e na nova terra. Concentrando-se nos personagens, temas e eventos centrais da Escritura, Dr Sproul demonstra como o entendimento de tais tópicos pode vivificar a sua leitura bíblica.

Vídeo retirado do DVD “Do Pó à Glória“, de R. C. Sproul. © Ministério Fiel. Website: www.voltemosaoevangelho.com; Original: Por que Jesus Falou por Parábolas? – R. C. Sproul