Por Noeme Rodrigues De Souza Campos
A mentira é como uma tinta cinza que alguém espalha numa paisagem colorida. Ela ofusca as cores. Espanta a alegria. Embaça a visão.
O tempo em que a mentira prevalece é como um período não vivido – tanto pra quem mentiu, quanto pra quem acreditou. É vida mutilada.
Mentir é não ser. É isolamento, é não se deixar ser, não compartilhar, não relacionar, não se deixar existir, é não viver.
O mentiroso é um morto disfarçado de vivo. Não é real, é só um fantoche de uma fantasia qualquer, que esconde a verdade de quem ele poderia ser, se fosse real.
Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/mentir-e-nao-ser
quinta-feira, 24 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Há vida em nossa verdade e verdade em nossa vida?
Por Robson Santos Sarmento
Há vida em nossa verdade e verdade em nossa vida?
‘’Os cristãos se tornam, cada vez mais, discípulos de uma cruz formada com as madeiras de um conformismo individualista e utilitarista; por isso, toda e qualquer enfoque sobre serviço perpassa como palavras, até adequadas para o discurso, mas sem qualquer condição de fecundar a vida. ’’
O encontro dessas duas palavras, verdade e vida, apresentam toda uma multiplicidade de interpretações, posições e definições. Sejamos, então, sinceros para reconhecer o quão intricado representa a questão voltada a abordar a verdade e a vida. Para uns, em busca da verdade, a vida, em certos momentos, deve ser sacrificada.
Agora, uma verdade a qual permaneça sem nos levar a vida, por sua vez, também deve ser vista como uma fantasia, uma lorota, uma perda de tempo.
Ora, se partirmos de uma perspectiva de avaliação, segundo as descrições efetuadas pela biologia, dentro dos princípios do evolucionismo (transposto para campo das inter – relações humanas), a vida nos confirma que estamos em dissolução. Negar seria uma temeridade, afinal de contas, pujança, vigor, vitalidade e mortalidade, dissolução, declínio são partes de um mesmo processo.
Mesmo diante dessa abordagem e, devo admitir, superficialíssima, o homem, de maneira alguma, perfaz o caminho em direção a vida, aspira por ela, sonha com ela, muito embora traga a finitude, a destruição e a morte. Faz – se anotar, apenas o homem, eu e você, o humanus, pode perguntar sobre como viver e conviver na realidade?
Arrisco dizer ser essa a mais basilar das indagações do ser humano, muito embora a vida como se apresenta e tem se apresentado, com suas guerras, disparidades, violências, indiferenças, iniquidades, injustiças, impurezas.
Nessa linha de raciocínio, o homem tem traçado respostas ou justificativas, através de inúmeros ideais e idealismos.
Mais recentemente, a crença no progresso e no desenvolvimento cultural foi vistos como os pontos cardeais e basilares compromissados a alterar quadros de discrepâncias e vergonhosas desigualdades.
Mesmo assim, com o advento da tecnologia de ponta, da informação em tempo real, da interligação de fatos (proporcionado pela internet), da disseminação de um mundo conectado, não conseguimos sobrepujar a intolerância de uns para com os outros.
Atrevo – me a cravar as estacas no texto de João 10.10 e enfatizar uma questão escasseadamente trabalhada, com seriedade e honestidade, nos enredos cristãos, ou seja, falo da contradição, do antagonismo, da cisão denominada de mal e de pecado. Sem sombra de dúvida, evito estabelecer uma delimitação dessas duas palavras aos delírios de uma conotação sexual. Vou além, exponho a discussão como uma outrora justa, boa, pacifica e amorosa conciliação com a vida, o próximo e o Senhor solapada.
Eis aqui a diferença concreta do evangelho de Cristo, uma vez que o homem até possa intervir nas inter – relações humanas, no entanto, permanece no lado de fora no tocante a dimensão íntima do ser, ou do coração e isto tem sua extensão na relação entre o homem e Deus.
Parto dessas colocações e vejo o sentido da trajetória de Cristo, ao qual propôs e propõe um retornar ao estado de confiança que apenas pode ser alcançado, por meio da aceitação da boa ajuda de Deus, ao qual mostra em sim mesmo ser imagem e semelhança de Deus.
Evidentemente, para uma realidade pós – moderna misturada de posições evolucionistas e idealistas, relativistas e utilitaristas, cosificadas e individualistas, reconhecer o elo de reconciliação, essa ponte, essa ancora, essa mão estendida de Deus e proporcionar um caminho em favor do homem, eu, você e cada um que medita no presente texto, soa como uma tagarelice pueril, aberrante e infantil.
A situação piora ainda mais, a partir do momento que nos deparamos com um evangelho de araque, de ajuntamentos, de lideranças personalistas. Deveras, o evolucionismo não conseguiu trazer uma resposta convincente aos anseios mais profundos do homem e muito menos os apologistas do progresso.
No escoar da questão levantada, ha verdade em nossa vida e vida em nossa verdade, remeto – me ao que professamos ou interpretamos como cristãos ou, lá no fundo não externamos uma salvação que se encaixa aos muitos idealismos de nossos dias?
Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/ha-vida-em-nossa-verdade-e-verdade-em-nossa-vida
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Onisciência
Por Pedro João Costa
Ao proclamar o Reino dO Pai,
Jesus percebia
Que muitos não acolhiam
A revelação celestial.
E, ao ser afrontado por homens
Cruéis e violentos,
Ele, não se entristecia,
Pois sabia que eram cegos
E em seus corações
Não havia luz.
Jesus amou o rico
Jovem de qualidades,
Mas ao final,
Foi o mancebo
Que se afastou de jesus,
Triste e perdido.
Jesus conhece o coração humano,
Ele não se entristece,
E mansamente
Bate a porta
"Pedindo acolhida"
E diz:
- Filho meu,
Dá-me o teu coração.
Pedro João Costa (19/01/14): Colaborador desse Blog desde 2010.
Ao proclamar o Reino dO Pai,
Jesus percebia
Que muitos não acolhiam
A revelação celestial.
E, ao ser afrontado por homens
Cruéis e violentos,
Ele, não se entristecia,
Pois sabia que eram cegos
E em seus corações
Não havia luz.
Jesus amou o rico
Jovem de qualidades,
Mas ao final,
Foi o mancebo
Que se afastou de jesus,
Triste e perdido.
Jesus conhece o coração humano,
Ele não se entristece,
E mansamente
Bate a porta
"Pedindo acolhida"
E diz:
- Filho meu,
Dá-me o teu coração.
Pedro João Costa (19/01/14): Colaborador desse Blog desde 2010.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Existir
Oh! Não sei o que falar.
Falei o que não devia.
Repeti e falei,
Falhei, repentinas vezes.
Tropego, emudeci,
Vislumbrei morte e o fim,
Assentei e rendi.
Sorveu-me ternura,
Esmoreci.
O fôlego curto,
Descompassa pensamentos
Do coração,
Cujo desejo,
Qual corrente,
Flui a margem.
A lua embaçada
Em cinza multitons,
Serena a sina dos comuns.
Vulgar, percebo existir,
Um conto,
Uma lenda,
Ladainha e sopro,
Miragem e sombra.
Pedro João Costa (27/03/13): Colaborador desse Blog desde 2010.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Você sabia?
Por Pedro Paulo
Sábado escutei na Rádio CBN Vitória, uma notícia que eu ainda não sabia. Era sobre as dificuldades que enfrentam as recicladoras de garrafa PET. Para tentar entender melhor a razão desse entrave, visitei o site da ABRAPET e descobri essa matéria relevante que vou reproduzir apenas os três primeiros parágrafos, vejamos:
Além das dificuldades tributárias enfrentadas há anos pelos recicladores do PET a ABREPET – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA CADEIA DE SUSTENTABILIDADE DO PET identificou um problema tão sério que poderá acarretar o fechamento de diversas recicladoras desse ramo da reciclagem porque as empresas não conseguem concorrer com os preços da matéria prima virgem (extraída do meio ambiente), que estão sendo negociados bem mais baratos do que os da matéria prima reciclada.
Segundo o presidente do CEMPRE - Compromisso Empresarial para Reciclagem, Victor Bicca: Uma empresa de papel, por exemplo, paga uma certa quantidade de impostos para produzir e comercializar seu produto. Se ela recolhe e ainda recila o papel para revendê-lo novamente, ela pagará mais uma vez esses impostos. "É como se fosse uma bitributação", explica Bicca. Não é à toa que o papel reciclado que se compra nas papelarias é mais caro que o comum, mesmo sendo produzido pela mesma empresa.
A ABREPET entende que a solução para esse problema seria a implementação de dois direitos garantidos aos recicladores e que constam na Lei 12.305/2010 que instituiu o Política Nacional de Resíduos Sólidos, são eles: a) incentivo fiscal com a desoneração tributária; b) tornar obrigatório o uso, inicialmente de, pelo menos, 30% de matérias primas e insumos derivados de matérias recicláveis.
Além das dificuldades tributárias enfrentadas há anos pelos recicladores do PET a ABREPET – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA CADEIA DE SUSTENTABILIDADE DO PET identificou um problema tão sério que poderá acarretar o fechamento de diversas recicladoras desse ramo da reciclagem porque as empresas não conseguem concorrer com os preços da matéria prima virgem (extraída do meio ambiente), que estão sendo negociados bem mais baratos do que os da matéria prima reciclada.
Segundo o presidente do CEMPRE - Compromisso Empresarial para Reciclagem, Victor Bicca: Uma empresa de papel, por exemplo, paga uma certa quantidade de impostos para produzir e comercializar seu produto. Se ela recolhe e ainda recila o papel para revendê-lo novamente, ela pagará mais uma vez esses impostos. "É como se fosse uma bitributação", explica Bicca. Não é à toa que o papel reciclado que se compra nas papelarias é mais caro que o comum, mesmo sendo produzido pela mesma empresa.
A ABREPET entende que a solução para esse problema seria a implementação de dois direitos garantidos aos recicladores e que constam na Lei 12.305/2010 que instituiu o Política Nacional de Resíduos Sólidos, são eles: a) incentivo fiscal com a desoneração tributária; b) tornar obrigatório o uso, inicialmente de, pelo menos, 30% de matérias primas e insumos derivados de matérias recicláveis.
Gostaria de ter sempre boas notícias para postar. Gostaria de noticiar que muitas pessoas tiveram oportunidade de deixar os lixões para trabalhar em usinas recicladoras. Gostaria de ter sempre para citar, exemplos de iniciativa como o projeto "Cega Faz" que foi desenvolvido na cidade de Vila Velha (ES) em 2008, onde deficientes visuais reciclam garrafas pet e fabricam vassouras do tipo piaçava. Projetos que superam a deficiência (física e financeira) e resgatam a autoestima em prol da questão ambiental.
Gostaria de não ter que dizer, eu não sabia...
segunda-feira, 7 de abril de 2014
É só falta de educação?
Por Cláudio Marra
A gravidade dos tempos em que vivemos é percebida pelo nervosismo latejante em muitos textos que na mídia abordam a realidade brasileira de nossos dias. Pessoas de diversos estratos culturais registram que a sociedade está enferma.
Isso mesmo. A sociedade. Não se trata mais de denunciar apenas a classe política e os equívocos dos três poderes da nação, mas de reconhecer que o mal é geral. As recorrentes tentativas de linchamento de bandidos ocorridas em diferentes locais do país, por exemplo, atropelam o fato de serem elas mesmas formas de banditismo e os comentários de setores da mídia sobre serem tais tentativas expressões de revide da sociedade chancelam esses crimes. Como poderia a sociedade continuar obstinadamente elegendo criminosos – os do mensalão e outros – se não estivesse ela mesma anestesiada pela corrupção que abriga em seu dia a dia, negando-se a respeitar o direito do próximo em filas, no trânsito, nos estádios e em outros locais públicos, cometendo violência contra o seu meio e buscando cada um apenas seus próprios interesses?
Várias vozes afirmam resultar tudo isso da falta de educação. Com a tranquilidade de herdeiros da tradição Reformada, concordamos, mas entendemos ser necessário esclarecer que falta de educação não é sinônimo apenas de falta de escolas. É que, mesmo onde há escolas, faltam muitas vezes valores. Faltam valores em nossa sociedade, e eles não se perderam por distração, antes, foram abandonados por convicção. Isso mesmo. Foi abraçada a ideia de que a educação deveria ser promovida sem os valores da herança judaico-cristã, a mesma que buscou sempre promover e universalizar a educação. A Reforma, particularmente, mostrou o impressionante efeito de sua influência nos países que a abraçaram. Nessa linha, o educador Reformado Comenius sustentava que era preciso “ensinar tudo a todos”, mas a educação não seria ministrada de modo divorciado do reconhecimento da soberania de Deus. Ao contrário, decorreria dela. Não se daria a transmissão de conhecimento como se isso pudesse ser feito de modo isolado dos valores defendidos pela fé cristã ou, afinal, sem quaisquer outros valores.
Sim, sem quaisquer outros valores, porque quando o Ocidente defende uma educação “destituída de valores”, negam-se os mencionados valores judaico-cristãos, mas adotam-se outros, verdadeiros “des”-valores. Se a verdade não é o que a Escritura assim apresenta, então cada um conceberá a sua própria e instalam-se o caos e as trevas.
O Brasil e as nações precisam hoje de luz para prosseguir, a luz do Senhor: “Atendei-me, povo meu, e escutai-me, nação minha; porque de mim sairá a lei, e estabelecerei o meu direito como luz dos povos” (Is 51.4). Essa luz alcança as nações por meio do evangelho de Cristo pregado pela Igreja até o fim destes tempos difíceis.
Cláudio Marra - Casado com Sandra, é jornalista, pastor presbiteriano e editor da Cultura Cristã.
Fonte: http://www.ultimato.com.br/conteudo/e-so-falta-de-educacao
quinta-feira, 3 de abril de 2014
2 motivos para aprendermos com os pais da igreja
Pais da Igreja
Em um verbete sobre “patrística”, no Dicionário da Igreja Cristã de Oxoford, uma obra de referência padrão sobre o cristianismo, os pais da igreja são descritos como aqueles autores que “escreveram entre o final do século I… e o final do século VIII”; e isso abrange o que é chamado de “Era Patrística”.
Medo de “Santos”
A verdade da questão é que muitos evangélicos contemporâneos desconhecem ou se sentem incomodados com os pais da igreja. Sem dúvida, anos de menosprezo da tradição e de luta contra o catolicismo romano e a ortodoxia ocidental, com seus “santos” da igreja antiga, têm contribuído, em parte, para este cenário de ignorância e incômodo. Além disso, certas tendências de fundamentalismo anti-intelectual têm desencorajado o interesse nesse “mundo distante” da história da igreja. E a esquisitice de muito daquela época da igreja antiga se tornou uma barreira para alguns evangélicos em sua leitura sobre os primeiros séculos da igreja. Finalmente, um desejo intenso de ser uma “pessoa do Livro” – um desejo eminentemente digno – tem levado, também, a uma falta de interesse em outros estudantes das Escrituras que viveram naquele primeiro período da história da igreja depois da era apostólica. Charles Haddon Spurgeon (1834-1892) – que certamente não poderia ser acusado de elevar a tradição ao nível, ou acima, das Escrituras – disse muito bem: “Parece estranho que certos homens que falam tanto sobre o que o Espírito Santo lhes revela pensem tão pouco no que ele revelou a outros”.
2 Motivos para Conhecer os Pais da Igreja
Por que os cristãos evangélicos deveriam procurar conhecer o pensamento e a experiência destas testemunhas cristãs antigas?
Primeiramente, o estudo dos pais, como qualquer estudo histórico, nos liberta do presente. Cada época tem sua própria perspectiva, pressuposições que permanecem não questionadas até pelos oponentes. O exame de outra época de pensamento nos força a confrontar nossos preconceitos naturais, que, de outro modo, ficariam despercebidos. Como observou acertadamente Carl Trueman, um teólogo histórico contemporâneo:
A própria natureza estranha do mundo em que os Pais viveram nos força a pensar mais criticamente sobre nós mesmos em nosso con- texto. Por exemplo, não podemos simpatizar muito com o ascetismo monástico; mas, quando o entendemos como uma resposta do sécu- lo IV à velha pergunta de como devia ser um cristão comprometido numa época em que ser cristão começava a ser fácil e respeitável, podemos, pelo menos, usá-lo como uma bigorna na qual podemos forjar nossa resposta contemporânea a essa mesma pergunta.
Em segundo, os pais podem nos prover um mapa para a vida cristã. É realmente estimulante ficar na costa leste dos Estados Unidos, contemplar a arrebentação do Atlântico, ouvir o barulho das ondas e, estando bastante perto, sentir o borrifo salgado. Todavia, esta experiência será de pouco proveito ao se navegar para Irlanda ou para as Ilhas Britânicas. Pois, neste caso, um mapa é necessário – um mapa baseado na experiência acumulada de milhares de navegadores. Semelhantemente, precisamos desse tipo de mapa para a vida cristã. Experiências são proveitosas e boas, mas elas não servem como um fundamento apropriado para nossa vida em Cristo. Sendo exato, temos as Escrituras divinas, um fundamento imprescindível e suficiente para todas as nossas necessidades como cristãos (2Tm 3.16-17). Contudo, o pensamento dos pais pode nos ajudar enormemente em edificarmos sobre este fundamento.
Um ótimo exemplo se acha na pneumatologia de Atanásio, em suas cartas a Serapião, bispo de Thmuis. Os dias atuais têm visto um ressurgimento do interesse na pessoa do Espírito Santo. Isto é admirável, mas também carregado de perigo, se o Espírito Santo é entendido à parte de Cristo. Entretanto, o discernimento perspicaz de Atanásio era que “Através de nosso conhecimento do Filho podemos ter um verdadeiro conhecimento do Espírito”.16 O Espírito não pode ser divorciado do Filho. O Filho envia e dá o Espírito, mas o Espírito é o princípio da vida de Cristo em nós. Muitos têm caído em entusiasmo fanático porque não compreendem esta verdade básica: o Espírito não pode ser separado do Filho.
Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/04/2-motivos-para-aprendermos-com-os-pais-da-igreja/Por Michael Haykin. Texto adaptado do 1º capítulo do livro Redescobrindo os Pais da Igreja
No livro “Redescobrindo os Pais da Igreja”, Michael Haykin oferece ao leitor uma introdução agradável do cristianismo nos seus primeiros séculos, através das histórias de vida dos pais da Igreja e de seus ensinos, como Inácio, Cipriano, Basílio de Cesaréia e Ambrósio, cujos legados representam um imenso valor para os cristãos hoje. Nesta obra, Haykin revela o posicionamento desses homens piedosos diante de questões importantes da teologia como o batismo, o martírio, a ceia do Senhor, a Trindade, a relação da igreja com o estado, entre outras.
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