domingo, 12 de outubro de 2014
O perigo da teologia liberal
O liberalismo é, de muitas maneiras, um fruto do Iluminismo, movimento surgido no início do século 18 que tinha em seu âmago uma revolta contra o poder da religião institucionalizada e contra a religião em geral. As pressuposições filosóficas do movimento eram, em primeiro lugar, o Racionalismo de Descartes, Spinoza e Leibniz, e o Empirismo de Locke, Berkeley e Hume. Os efeitos combinados dessas duas filosofias — que, mesmo sendo teoricamente contrárias entre si, concordavam que Deus tem de ficar de fora do conhecimento humano — produziu profundo impacto na teologia cristã. Como resultado da invasão do Racionalismo na teologia, chegou-se à conclusão de que o “sobrenatural não invade a história”. A história passou a ser vista como simplesmente uma relação natural de causas e efeitos. O conceito de que Deus se revela ao homem e de que intervém e atua na história humana foram logo excluídos. A fé cristã histórica sempre acreditou que os milagres bíblicos realmente ocorreram como narrados. Milagres como o nascimento virginal de Cristo, os milagres que o próprio Cristo realizou, sua ressurreição física dentre os mortos, os milagres do Antigo e Novo Testamentos, de maneira geral, são todos considerados fatos. O teólogo liberal, por sua vez, e os neo-ortodoxos fazem distinção entre historie (história, fatos brutos) e heilsgeschichte (história santa, ou história salvífica), criando dois mundos distintos e não conectados: o mundo da história bruta, real, factível e o mundo da fé, da história da salvação. Temas como criação, Adão, queda, milagres, ressurreição, entre outros, pertencem à história salvífica e não à história real e bruta. Para os liberais e os neo-ortodoxos, não interessa o que realmente aconteceu no túmulo de Jesus no primeiro dia da semana, mas, sim, a declaração dos discípulos de Jesus que diz que Jesus ressuscitou. Assim, o que eles querem afirmar com isso é bastante diferente daquilo que a fé cristã histórica acredita. Na verdade, eles consideram que os relatos bíblicos dos milagres são invenções piedosas do povo judeu e dos primeiros cristãos, mitos e lendas oriundos de uma época pré-científica, quando ainda não havia explicação racional e lógica para o sobrenatural.
Um livro essencial para quem quer entender o assunto é o clássico Cristianismo e Liberalismo de Gresham Machen. Para expor as falácias do Liberalismo e fortalcer a posição ortodoxa, Machen estabelece a importância da doutrina bíblica, contrastando os ensinos do Liberalismo e da ortodoxia cristã sobre Deus, humanidade, Bíblia, Cristo, salvação e igreja. Essas questões permanecem em conflito ainda hoje, testemunhando a contínua relevância desta importante obra.
Tiago Santos escreveu a seguinte resenha do livro:
Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/10/o-perigo-da-teologia-liberal/
terça-feira, 7 de outubro de 2014
PARAKLETOS
Imagem: http://www.inthebeginning.org
Por Pedro Paulo
Sou um curioso que gosta de estudar os vocábulos gregos. Faz uns três anos que em minhas pesquisas encontrei esse texto de 2 Coríntios 1:4. Nele, percebi uma coisa muito interessante que eu desejo compartilhar, pois fiquei encantado com essa descoberta. Já adverto que, sou leigo, iniciante e sem conhecimento algum da gramática.
O termo parakletos é o termo comum nos tempos do Novo Testamento para um advogado, ou seja, alguém que dá indícios de que está em tribunal. E este termo significa: 'Chamados a sua ajuda'. Tem a sua definição sucinta de: um defensor, consolador, ajudador, Paráclito.
Em João 15:26, temos: "Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim". Portanto, 'Parakletos' no original do grego é o 'Consolador', que é o Espírito Santo de Deus.
Em Salmos 143:10, temos: "Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano". Ainda no Velho Testamento, vemos isto claramente, o bom 'Espírito' aqui é referência ao 'Consolador'.
No texto em estudo de 2 Coríntios 1:4, percebi que existem quatro citações neste único versículo em que o Consolador atua como Espírito de Deus em favor do homem. Mas, somente consultando o texto original é que se pode observar esse fato. Vamos numerá-los em vermelho.
"É ele que nos (1)conforta em toda a nossa tribulação, para podermos (2)consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a (3)consolação com que nós mesmos somos (4)contemplados por Deus".
(1) Conforta: (παρακαλῶν) no transliterado parkalôn. A tradução aqui significa: rogando-lhe (ou implorando-lhe) e suplicando-lhe. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em Mateus 8.5 "Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:".
(2) Consolar: (παρακαλεῖν) no transliterado parakalein. A tradução aqui significa: implorar ou rogar. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em Marcos 5.17 "E entraram a rogar-lhe que se retirasse da terra deles".
(3) Consolação: (παράκλησιν) no transliterado paraklêseôs. Aqui significa: conforto, encorajamento, incentivo. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em Atos 4.36 "Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança".
(4) Contemplados: (παρακαλούμεθα) no transliterado parakaloumetha. Aqui significa: encorajados, consolados, confortados. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em 2 Coríntios 1.6 "Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos".
Jesus disse aos seus discípulos em João 16.7 "Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o 'Consolador' não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei". Esta é a função do Espírito Santo, o Consolador. 'paraklētos,' formada pela preposição 'para', “ao lado”, e pelo adjetivo 'klētos' (chamar para estar ao lado).
Essa, portanto, é a função do Espírito Santo: Consolar, confortar, suplicar, rogar, implorar, nos encorajar, etc. Enfim, Ele é quem faz a consolação de Deus em nosso favor, quando temos qualquer necessidade.
Como não havia encontrado uma matéria sobre o texto e com esses detalhes, resolvi postar para que possa servir de estudo e proveito a todos aqueles que amam a palavra de Deus.
Que os estudantes de teologia possam me desculpar se cometi algum erro. Estou disposto a receber críticas e também os esclarecimentos que possam servir de instrução para mim e a outros iniciantes como eu.
A palavra final fica aos teólogos que por acaso descobrirem esta publicação, caso queiram fazer alguma correção, gentileza fazê-lo por e-mail.
ppsoarescosta@gmail.com/
Fonte de pesquisa: http://biblehub.com/
Imagem: http://www.inthebeginning.org/ntgreek/lesson14/flashvocabulary/paradoxos.gif
Por Pedro Paulo
Sou um curioso que gosta de estudar os vocábulos gregos. Faz uns três anos que em minhas pesquisas encontrei esse texto de 2 Coríntios 1:4. Nele, percebi uma coisa muito interessante que eu desejo compartilhar, pois fiquei encantado com essa descoberta. Já adverto que, sou leigo, iniciante e sem conhecimento algum da gramática.
O termo parakletos é o termo comum nos tempos do Novo Testamento para um advogado, ou seja, alguém que dá indícios de que está em tribunal. E este termo significa: 'Chamados a sua ajuda'. Tem a sua definição sucinta de: um defensor, consolador, ajudador, Paráclito.
Em João 15:26, temos: "Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim". Portanto, 'Parakletos' no original do grego é o 'Consolador', que é o Espírito Santo de Deus.
Em Salmos 143:10, temos: "Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano". Ainda no Velho Testamento, vemos isto claramente, o bom 'Espírito' aqui é referência ao 'Consolador'.
No texto em estudo de 2 Coríntios 1:4, percebi que existem quatro citações neste único versículo em que o Consolador atua como Espírito de Deus em favor do homem. Mas, somente consultando o texto original é que se pode observar esse fato. Vamos numerá-los em vermelho.
"É ele que nos (1)conforta em toda a nossa tribulação, para podermos (2)consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a (3)consolação com que nós mesmos somos (4)contemplados por Deus".
(1) Conforta: (παρακαλῶν) no transliterado parkalôn. A tradução aqui significa: rogando-lhe (ou implorando-lhe) e suplicando-lhe. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em Mateus 8.5 "Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:".
(2) Consolar: (παρακαλεῖν) no transliterado parakalein. A tradução aqui significa: implorar ou rogar. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em Marcos 5.17 "E entraram a rogar-lhe que se retirasse da terra deles".
(3) Consolação: (παράκλησιν) no transliterado paraklêseôs. Aqui significa: conforto, encorajamento, incentivo. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em Atos 4.36 "Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança".
(4) Contemplados: (παρακαλούμεθα) no transliterado parakaloumetha. Aqui significa: encorajados, consolados, confortados. Vemos a ocorrência desse termo sendo usado em 2 Coríntios 1.6 "Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos".
Jesus disse aos seus discípulos em João 16.7 "Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o 'Consolador' não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei". Esta é a função do Espírito Santo, o Consolador. 'paraklētos,' formada pela preposição 'para', “ao lado”, e pelo adjetivo 'klētos' (chamar para estar ao lado).
Essa, portanto, é a função do Espírito Santo: Consolar, confortar, suplicar, rogar, implorar, nos encorajar, etc. Enfim, Ele é quem faz a consolação de Deus em nosso favor, quando temos qualquer necessidade.
Como não havia encontrado uma matéria sobre o texto e com esses detalhes, resolvi postar para que possa servir de estudo e proveito a todos aqueles que amam a palavra de Deus.
Que os estudantes de teologia possam me desculpar se cometi algum erro. Estou disposto a receber críticas e também os esclarecimentos que possam servir de instrução para mim e a outros iniciantes como eu.
A palavra final fica aos teólogos que por acaso descobrirem esta publicação, caso queiram fazer alguma correção, gentileza fazê-lo por e-mail.
ppsoarescosta@gmail.com/
Fonte de pesquisa: http://biblehub.com/
Imagem: http://www.inthebeginning.org/ntgreek/lesson14/flashvocabulary/paradoxos.gif
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Seja Marina ou Dilma ou Aécio: tem jeito?
Por Robson Santos Sarmento
‘’O homem pós – moderno trilha pelo paradoxo de uma vida sem verdade e de uma verdade sem vida. ’’
Lembro – me da frase de um reclame, ao qual dizia:
‘’Tostines vende mais, porque é fresquinho ou é fresquinho, porque vende mais?’’
Aproveito essa frase a fim de ponderar sobre os rumos da nossa nação, com as eleições de cinco de outubro. Muito embora, a sociedade, em todos seus níveis demonstra um descrédito assombroso, de certo, devido aos sucessivos casos de escândalos envolvendo parlamentares.
Sem titubear, os escândalos de apropriação dos recursos públicos, de fazer dos espaços destinados a promover a dignidade humana, como o mais recente episódio da Petrobrás, traça o retrato de uma realidade, pelo qual falar a verdade nem sempre vem acompanhado de vida, de vitalidade, de viço. Para uns, Marina ou Aécio proporcionarão um novo abrir de possibilidades e o aceno para uma gestão pública mais transparente. Noutro lado, encontramos os defensores da mantença e de que, em time que está ganhando, não se mexe.
Agora, tenho algo como certo, diante de toda uma pletora de verdade (s), há vida? Vou adiante, o bojo dessa vida representa alguma verdade? Ultimamente, tenho observado, inclusive no espaço do leitor, uma ênfase declarada, com relação a muitos, em prol da candidata Marina Silva; entretanto, caso logre o espaço de alcançar a Presidência da República, como cristãos, qual será a nossa postura e proceder, durante os próximos quatro anos?
Grosso modo, limitar – nos – emos a alardear por uma virada, somente, em 2018 ou arregaçaremos as mangas, dobraremos os joelhos e assumiremos o nosso papel de ser sal da terra e luz, ou seja, sermos cidadãos participativos e ocupados com o contexto do qual somos partes?
Eis ai uma questão a ser mais bem revista, principalmente, quando aceitamos o jeitinho brasileiro de furar a fila, de jogar lixo na rua, de bater palmas para todo um besteirol midiático, de fazer vistas grossas para as profundas disparidades sociais, de nem se importar, ou como se não dissesse respeito, com os deserdados de saúde, de educação, de cidadania.
Deveras, o texto de Jeremias 22.3 ecoa, altissonantemente, para executar o direito e a justiça, e livrar o órfão, a viúva e o estrangeiro da opressão. Ora, como negar esse mandamento imperativo categórico para ser igreja do servir, do serviço e, em suma, servo da verdade e vida de Deus que, em Cristo, resolveu o estado de ruptura, de separação em enfim, do abismo com o homem!
Então, caberá a Marina ou a Dilma ou Aécio colocarem os vagões nos trilhos ou a igreja?
Acredito, piamente, nenhum nem outro! Simplesmente, encontramos com a escolha, a decisão e a fé que envolve uma relação de ir a direção dessa verdade e vida, ao qual começa em nossa personalidade para provocar atos e práticas de mudanças.
Fonte: http://ultimato.com.br/comunidade-conteudo/seja-marina-ou-dilma-ou-aecio-tem-jeito
sábado, 27 de setembro de 2014
CRISTO NU... (Título meu)
Imagem: www.aruipacheco.com
Por São Jerônimo
Por São Jerônimo
O mundo mergulha em ruínas, Sim!
Mas, no entanto,
Nossos pecados ainda
Vivem e florescem.
A famosa cidade,
Capital do Império Romano,
Está engolfada
Em tremendo incêndio;
Não há parte da terra onde os romanos
Não estejam exilados.
Igrejas antes consideradas sagradas
Não são hoje senão
Montes de escombros e cinzas;
E, não obstante,
Temos as nossas mentes
Voltadas para o desejo de lucro.
Vivemos como se devêssemos
Morrer amanhã;
No entanto,
Construímos como se fossemos
Viver sempre neste mundo.
Nossos muros brilham de ouro,
Bem como nossos tetos
E os capitéis de nossos pilares;
No entanto,
Cristo morre diante de nossas portas,
Nu e faminto,
Nas pessoas de Seus pobres.
São Jerônimo Carta cxxviii.
Fonte: Obras filosóficas - Bertrand Russel Livro segundo
Tradução de Brenno Silveira
Edição da Companhia Editora Nacional, pag. 44.
Como disse, o título é meu. Mas estas palavras, que escrevi no formato de um poema, são de São Jerónimo. Os espaços que dei não existem, pois se trata da parte de uma carta que ele escreveu a um amigo. De acordo com outros registros históricos, São Jerônimo nasceu mais ou menos em 347 e viveu até 420 DC. Jerônimo é notável pela tradução da Vulgata que se deu dos originais para o latim e por outros escritos. A narrativa que acima lemos, com "título meu", se deu mais ou menos em 410 DC. E já se passaram séculos e séculos, mas pelo visto a humanidade parece estar mesmo despida de humanidade. É, despida, nua...
Nossos pecados ainda
Vivem e florescem.
A famosa cidade,
Capital do Império Romano,
Está engolfada
Em tremendo incêndio;
Não há parte da terra onde os romanos
Não estejam exilados.
Igrejas antes consideradas sagradas
Não são hoje senão
Montes de escombros e cinzas;
E, não obstante,
Temos as nossas mentes
Voltadas para o desejo de lucro.
Vivemos como se devêssemos
Morrer amanhã;
No entanto,
Construímos como se fossemos
Viver sempre neste mundo.
Nossos muros brilham de ouro,
Bem como nossos tetos
E os capitéis de nossos pilares;
No entanto,
Cristo morre diante de nossas portas,
Nu e faminto,
Nas pessoas de Seus pobres.
São Jerônimo Carta cxxviii.
Fonte: Obras filosóficas - Bertrand Russel Livro segundo
Tradução de Brenno Silveira
Edição da Companhia Editora Nacional, pag. 44.
Como disse, o título é meu. Mas estas palavras, que escrevi no formato de um poema, são de São Jerónimo. Os espaços que dei não existem, pois se trata da parte de uma carta que ele escreveu a um amigo. De acordo com outros registros históricos, São Jerônimo nasceu mais ou menos em 347 e viveu até 420 DC. Jerônimo é notável pela tradução da Vulgata que se deu dos originais para o latim e por outros escritos. A narrativa que acima lemos, com "título meu", se deu mais ou menos em 410 DC. E já se passaram séculos e séculos, mas pelo visto a humanidade parece estar mesmo despida de humanidade. É, despida, nua...
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Em perigo contínuo de auto-engano!
Por Josemar Bessa
Vivemos em meio a toda espécie de eufemismos destruidores e por causa disso estamos em perigo contínuo de auto-engano. Gostamos de nomes bonitos para esconder o terrível!
1) Andamos na direção da falta de compromisso com a verdade e santidade e chamamos isso de tolerância.
2) Andamos em direção a desobediência e chamamos isso de liberdade.
3) Andamos em direção a superstição e chamamos isso de fé.
4) Andamos em direção a indisciplina e perda do auto-controle e chamamos isso de relaxamento - Dizemos: "você precisa relaxar!"
5) Andamos em direção a falta de oração, meditação na Palavra... e nos iludimos dizendo e pensando que escapamos do legalismo.
6) Andamos em direção ao mundanismo e impiedade e chamamos isso da liberdade que a graça traz, nos convencendo de que a graça nos libertou para sermos mais parecidos não com Cristo, mas com o diabo.
Podemos meditar diariamente sobre os temas mais relevantes, e até mesmo sentir algum prazer neles, enquanto nossas meditações não são nem agradáveis a Deus, nem de nenhum proveito para nós. O hábito de ouvir bons pregadores do evangelho, leitura consistente da Palavra... pode nos levar a uma montanha de pensamento evangélico... e todas essas coisas não passarem para nós de chuva de verão que cai sobre uma rocha estéril no deserto.
"Sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos" – Tiago 1.22 - é a voz de advertência da verdade revelada.
Como falamos antes, estamos em perigo contínuo de auto-engano. Davi disse: "eu cri, por isso falei." E Paulo, ao citar esta passagem, acrescenta, "Nós também acreditamos e, portanto, falamos." Por isso, o apóstolo exorta aos efésios convertidos a falarem a verdade em amor, que crescessem em Cristo em todas as coisas; sendo Ele o cabeça do corpo místico da igreja.
O princípio claro na Bíblia sobre isso para nós é: "A árvore é conhecida pelos seus frutos" (Mt 12:33). Deus conhece, e por isso deseja que vejamos com clareza, a cegueira do coração humano e a exposição comum dele ao auto-engano.
Você pergunta: “Quem são os amigos de Cristo?” – E Cristo responde: "Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando" (João 15:14).
Você pergunta: "Quem são aqueles que amam o Redentor?" Ele mesmo responde: "Aquele que me ama, guarda os meus mandamentos" (João 14:23).
Você pergunta: "Como sabemos que possuímos um conhecimento salvífico do Redentor?" Você é informado que "Nisto sabemos que o conhecemos se guardamos os seus mandamentos" (I João 2:3).
Qual é a prova de hostilidade e desprezo por Cristo? Não são palavras duras de descrença – ela pode estar nas pessoas que diariamente oram, cultuam... O homem ama Cristo? Ele responde: Ele diz: "Aquele que não me ama, não guarda as minhas palavras" (João 14:24).
Você quer saber os que estão enganados e que são enganadores? As Escrituras dizem: "Aquele que diz que ele o conhece e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele" (I João 2:4).
Vivemos em meio a toda espécie de eufemismos destruidores e por causa disso estamos em perigo contínuo de auto-engano. Gostamos de nomes bonitos para esconder o terrível!
1) Andamos na direção da falta de compromisso com a verdade e santidade e chamamos isso de tolerância.
2) Andamos em direção a desobediência e chamamos isso de liberdade.
3) Andamos em direção a superstição e chamamos isso de fé.
4) Andamos em direção a indisciplina e perda do auto-controle e chamamos isso de relaxamento - Dizemos: "você precisa relaxar!"
5) Andamos em direção a falta de oração, meditação na Palavra... e nos iludimos dizendo e pensando que escapamos do legalismo.
6) Andamos em direção ao mundanismo e impiedade e chamamos isso da liberdade que a graça traz, nos convencendo de que a graça nos libertou para sermos mais parecidos não com Cristo, mas com o diabo.
Podemos meditar diariamente sobre os temas mais relevantes, e até mesmo sentir algum prazer neles, enquanto nossas meditações não são nem agradáveis a Deus, nem de nenhum proveito para nós. O hábito de ouvir bons pregadores do evangelho, leitura consistente da Palavra... pode nos levar a uma montanha de pensamento evangélico... e todas essas coisas não passarem para nós de chuva de verão que cai sobre uma rocha estéril no deserto.
"Sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos" – Tiago 1.22 - é a voz de advertência da verdade revelada.
Como falamos antes, estamos em perigo contínuo de auto-engano. Davi disse: "eu cri, por isso falei." E Paulo, ao citar esta passagem, acrescenta, "Nós também acreditamos e, portanto, falamos." Por isso, o apóstolo exorta aos efésios convertidos a falarem a verdade em amor, que crescessem em Cristo em todas as coisas; sendo Ele o cabeça do corpo místico da igreja.
O princípio claro na Bíblia sobre isso para nós é: "A árvore é conhecida pelos seus frutos" (Mt 12:33). Deus conhece, e por isso deseja que vejamos com clareza, a cegueira do coração humano e a exposição comum dele ao auto-engano.
Você pergunta: “Quem são os amigos de Cristo?” – E Cristo responde: "Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando" (João 15:14).
Você pergunta: "Quem são aqueles que amam o Redentor?" Ele mesmo responde: "Aquele que me ama, guarda os meus mandamentos" (João 14:23).
Você pergunta: "Como sabemos que possuímos um conhecimento salvífico do Redentor?" Você é informado que "Nisto sabemos que o conhecemos se guardamos os seus mandamentos" (I João 2:3).
Qual é a prova de hostilidade e desprezo por Cristo? Não são palavras duras de descrença – ela pode estar nas pessoas que diariamente oram, cultuam... O homem ama Cristo? Ele responde: Ele diz: "Aquele que não me ama, não guarda as minhas palavras" (João 14:24).
Você quer saber os que estão enganados e que são enganadores? As Escrituras dizem: "Aquele que diz que ele o conhece e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele" (I João 2:4).
sábado, 13 de setembro de 2014
Dez-crimes-na-ação
Por Pedro Paulo
A atitude de preconceito praticada pela jovem torcedora do Grêmio contra o goleiro Aranha do (clube paulista) Santos gerou indignação em muitas pessoas. A justificativa que ela deu em seu primeiro depoimento à justiça foi de que não teve a intenção de ofender o goleiro e que foi no embalo da torcida, mas nada poderia justificar esse crime de injúria racial.
A punição que será imposta a esta jovem e ao Clube Grêmio, não irá impedir que outros casos como este aconteçam, infelizmente. Este fato grave revela que a presença do mal encontra-se arraigada dentro do ser humano. A inclinação humana é sempre para o mal como nos revelam as Escrituras Sagradas.
Dez foram os mandamentos de Deus para o homem observar. Entretanto, Jesus disse que se o homem amasse a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, estaria cumprindo toda a lei.
O que está faltando no coração das pessoas é o amor pelos seus semelhantes. Nada entristece mais a Deus do que a atitude de desamor. Qualquer tipo de discriminação é uma negativa da humanidade de Deus, pois Ele nos fez à Sua imagem e semelhança.
Fonte: http://razaodaindignacao.blogspot.com.br/2014/09/dez-crimes-na-acao.html
A atitude de preconceito praticada pela jovem torcedora do Grêmio contra o goleiro Aranha do (clube paulista) Santos gerou indignação em muitas pessoas. A justificativa que ela deu em seu primeiro depoimento à justiça foi de que não teve a intenção de ofender o goleiro e que foi no embalo da torcida, mas nada poderia justificar esse crime de injúria racial.
A punição que será imposta a esta jovem e ao Clube Grêmio, não irá impedir que outros casos como este aconteçam, infelizmente. Este fato grave revela que a presença do mal encontra-se arraigada dentro do ser humano. A inclinação humana é sempre para o mal como nos revelam as Escrituras Sagradas.
Dez foram os mandamentos de Deus para o homem observar. Entretanto, Jesus disse que se o homem amasse a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, estaria cumprindo toda a lei.
O que está faltando no coração das pessoas é o amor pelos seus semelhantes. Nada entristece mais a Deus do que a atitude de desamor. Qualquer tipo de discriminação é uma negativa da humanidade de Deus, pois Ele nos fez à Sua imagem e semelhança.
Fonte: http://razaodaindignacao.blogspot.com.br/2014/09/dez-crimes-na-acao.html
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Deus perdoa e salva apenas quem acredita em Deus?
Por Robson Santos Sarmento
‘’Se digo que amo ao meu próximo e não sou receptor desse processo, chego a conclusão de ser praticante de um amor falso, simbiótico e, por fim, doentio!’’
Afinal de contas, Deus perdoa, salva, ama e justifica apenas quem acredita em Deus, no sacrifício constituído na Cruz, no dogma e nas doutrinas da denominação tradição eclesiástica?
Então, caso não esteja nessa direção, a qual deve, antes de tudo, aceitar também todo um repertório de doutrina ou, melhor dito, de idéias para obter o elemento da salvação. Desde já, peço desculpas, mas não posso me calar, cerrar os galhos da ponderação, rejeitar o conteúdo substancial da Graça. Digo isso, porque eleger essa posição seria tornar sem efeito, ineficaz, como se fosse um monturo de banalidades as boas novas.
Sem sombra de dúvida, se não nos abrirmos para a Graça, franquearmos todo o nosso ser, acenarmos para essa caminhada e dizer um sonoro não a toda tentativa de tentar formá – la, produzi – la, por meio de todo um emaranhado de doutrinas ou idéias (e olha que são muitas e para todos os gosto), seremos adeptos de crenças estabalhoadas e ocultaremos as nossas dúvidas, incertezas, inseguranças, questionamentos.
Infelizmente, assim não tem sido a corrida tresloucada por reduzir a Graça a algo a ser desvendado e limitar a fé a uma relação de compensação, imediata? Vou adiante, enquanto incorrermos na teimosia de criar meios para formar, produzir a Graça, quando deveríamos ouvir o chamado e se abrir e, assim, não vivermos uma espiritualidade, uma existência deformada.
Quantas pessoas sobrecarregadas por uma tentativa de produzir, de formar a Graça, através de uma incorporação de idéias e, por isso, padecem diante do espelho de suas vulnerabilidades, de suas limitações e se culpam, se condenam e se ressentem.
Então, quem pode se salvar?
Não foi essa a pergunta de Pedro?
Quem pode ser perdoado, ser salvo, ser amado, ser justificado por Deus?
Será apenas aqueles que acreditam em Deus ou aqueles que se abrem para Graça?
Ademais, por ora, não precisamos rever a qual Graça estamos enredados, envolvidos e entrelaçados?
Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/deus-perdoa-e-salva-apenas-quem-acredita-em-deus
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